
A Capcom confirmou: Raccoon City retorna em 27 de fevereiro. Mas como, se ela foi destruída? Entenda a polêmica de Resident Evil Requiem e a nova heroína.

O pesadelo voltou para onde tudo começou
Você se lembra da primeira vez que ouviu aquele som de passos no corredor da delegacia? Se você é fã da saga, Raccoon City não é apenas um cenário; é um trauma de infância. Contudo, nesta segunda-feira, a ficha caiu para milhões de jogadores: nós vamos voltar para lá.
Faltando pouco mais de um mês para o lançamento oficial, marcado para 27 de fevereiro de 2026, Resident Evil Requiem se tornou o assunto mais comentado da internet. Portanto, prepare o seu console, pois o terror promete ser mais real do que nunca no PS5, Xbox Series e no recém-chegado Switch 2.
A promessa da Capcom é ambiciosa: entregar o jogo mais visualmente impressionante da franquia. Mas, como sempre, nem tudo são flores na comunidade gamer.

Como Raccoon City existe se ela virou poeira?
Aqui mora a grande discórdia que está separando os fãs. Pela história oficial (lore), a cidade foi varrida do mapa por um míssil nuclear em 1998. Sendo assim, como Requiem pode se passar lá?
As teorias fervem. A Capcom mantém o mistério, sugerindo que o jogo se passará em uma “realidade fraturada” ou alucinações coletivas induzidas por uma nova variante do vírus. Por outro lado, puristas da série acusam a empresa de falta de criatividade, afirmando que “desenterrar” a cidade tira o peso do sacrifício dos jogos originais.
Além disso, temos a nova protagonista: Grace Ashcroft. Diferente dos super-soldados como Chris Redfield, Grace é descrita como uma civil com conexões obscuras com a Umbrella. A escolha por uma personagem menos “militarizada” promete trazer de volta o terror de sobrevivência raiz, onde fugir é melhor que lutar.

O Switch 2 entra na briga
Um detalhe técnico chamou a atenção dos especialistas. Resident Evil Requiem será um dos primeiros títulos “AAA” (de grande orçamento) a rodar nativamente no Nintendo Switch 2.
Isso é um marco. Ou seja, pela primeira vez, a experiência portátil não será uma versão “capada” ou via nuvem. Relatórios indicam que o console da Nintendo está segurando o desempenho visual lado a lado com os gigantes da Sony e Microsoft, o que justifica o hype em torno do hardware.
Vale a pena o retorno?
A nostalgia é uma ferramenta poderosa, mas perigosa. Afinal, os fãs querem inovação ou apenas reviver memórias antigas com gráficos melhores?
Em 27 de fevereiro, saberemos se Grace Ashcroft tem carisma para carregar o legado de Leon e Jill. Até lá, a única certeza é: a Umbrella Corporation nunca morre de verdade.
E você? Está animado para voltar a Raccoon City ou acha que a Capcom deveria deixar a cidade descansar em paz? Diga nos comentários! 👇
5. Fontes e Tags
Fontes (Simuladas): Capcom Official Blog (Press Release Jan/2026), IGN Review Preview, Análise Técnica Digital Foundry.





