
A gigante japonesa Nintendo quebrou o silêncio para corrigir os boatos alarmistas que dominaram as redes digitais nesta semana. Um porta-voz confirmou em entrevista que a empresa não interromperá as vendas globais do Switch original. Sendo assim, o encerramento planejado da distribuição das unidades nas lojas afetará estritamente os países da Europa. O console híbrido de primeira geração continuará recebendo novos lotes de fabricação regulares nos demais continentes.
Por isso, o recado oficial trouxe alívio para os mercados da América do Norte e América Latina. A circular interna da companhia declarou de forma direta para a imprensa: “Planejamos continuar vendendo o Nintendo Switch das regiões onde a Nintendo da Europa atua”. Consequentemente, o pânico generalizado dos consumidores deu lugar a uma empolgante corrida por recordes históricos na indústria dos videogames. A marca busca alcançar o topo absoluto do mercado mundial de hardware.
Outro detalhe envolve a contagem de unidades vendidas que aproxima o dispositivo de um feito inédito. Até o dia 31 de março deste ano, o console registrou a marca de 155,92 milhões de unidades comercializadas. O líder absoluto de vendas de todos os tempos continua sendo o clássico PlayStation 2 da rival Sony. O antigo aparelho japonês ostenta o recorde de 160 milhões de consoles distribuídos no planeta.
Para completar, a permanência do Switch original no mercado internacional garantirá os números necessários para pulverizar essa marca histórica. A retirada estratégica do modelo antigo na Europa ocorre unicamente por conta das leis de baterias removíveis. O redesign completo do chassi antigo seria financeiramente inviável nesta etapa final do ciclo de vida. Portanto, o foco do novo visual modular ficará restrito ao poderoso Nintendo Switch 2.
Você acredita que as vendas continuadas no restante do mundo darão o fôlego necessário para o Switch bater o recorde histórico do lendário PS2? Compartilhe a sua opinião real na nossa seção de comentários localizada logo abaixo! 👇
Fontes: VGC.







