
O lançamento de Onimusha: Way of the Sword revitalizou os jogos clássicos de samurai da produtora. A Capcom transformou sua antiga marca de terror em um jogo de ação visceral e moderno. O combate do título tornou-se o elemento mais aclamado pelos jogadores em todo o mundo. Contudo, essa dança mortal exige reflexos cirúrgicos para superar cada duelo brutal.
Primeiramente, o jogo revoluciona as defesas ao misturar conceitos de Sekiro e Monster Hunter. O usuário precisa distinguir rapidamente os tipos de golpes desferidos pelos monstros. As investidas armadas aceitam aparadas rítmicas e quebram a barra de vigor dos oponentes. Por outro lado, chutes e investidas corporais brutais exigem esquivas laterais perfeitamente calculadas.
Além disso, acertar contra-ataques consecutivos preenche a nova barra de fervor do guerreiro. Ao atingir o ápice, o protagonista Miyamoto Musashi entra no temível estado Blazing State. Nesse momento, o herói ganha velocidade alucinante, bônus de dano maciço e maior drenagem espiritual. A famosa técnica Issen também retorna triunfante, recompensando reflexos extremos com abates instantâneos devastadores.
Sendo assim, os empolgantes confrontos de lâminas criam momentos altamente cinematográficos na tela. Durante os choques frontais de espadas, o jogador precisa esmagar comandos para desequilibrar o rival. A lendária manopla Oni drena as almas do campo de batalha para restaurar vida e magia. Entretanto, os chefões inteligentes disputam essas mesmas esferas de energia durante os embates mais tensos.
Apesar da genialidade nas batalhas de chefes inesquecíveis, o jogo tropeça na rotina da campanha. A longa jornada de até 30 horas peca pela baixa variedade de capangas comuns. Muitos reclamam da repetição exaustiva de selar fendas e derrotar os mesmos subchefes em Kyoto. Rumores apontam que futuras expansões trarão um modo Boss Rush com o clássico Samanosuke Akechi. O game é um triunfo mecânico, mas exige paciência do jogador para aguentar as missões repetitivas.
Você prefere focar apenas na precisão das aparadas ou sente falta da exploração tradicional de antigamente? Compartilhe a sua opinião sincera na nossa aba de comentários localizada logo abaixo! 👇
Fontes: Crítica especializada de Guilherme Jacobs publicada pelo portal Omelete, combinada com impressões técnicas do canal Sidão do Game e comunicados da Capcom.







