
O lendário diretor Casey Hudson assumiu o comando do inédito Star Wars: Fate of the Old Republic. O chefão do projeto criticou fortemente o uso da inteligência artificial na indústria.
Além disso, muitas empresas gigantes abraçaram a automação para economizar muito dinheiro recentemente. Sem contar que a geração de roteiros e texturas divide as opiniões dos jogadores freneticamente. Para completar, Hudson chamou a tecnologia de “criativamente sem alma” durante uma entrevista recente. Sendo assim, o estúdio Arcanaut não utilizará essas ferramentas artificiais na jornada galáctica.
Na prática, o veterano confessou estar muito decepcionado com as promessas da inovação. O diretor explicou: “É difícil imaginar onde ela seja realmente útil no processo”. Outro detalhe importante envolve a ambição exagerada do tamanho dos jogos modernos. Por isso, a equipe garantiu que o título não exigirá 200 horas repetitivas de dedicação extrema.
Vale lembrar também que o desenvolvedor possui vasta experiência com a aclamada franquia Mass Effect. Somado a isso, ele prefere entregar aventuras concisas que os fãs consigam terminar totalmente. Consequentemente, o novo jogo narrativo de Star Wars chegará ao mercado antes de 2030. Por outro lado, o investimento bilionário na produtora garante um orçamento extremamente seguro.
No fim das contas, a experiência do jogador dependerá puramente do talento artístico humano. Portanto, o excesso de tecnologia milagrosa não destruirá a verdadeira essência da Força. Afinal, as melhores histórias emocionantes sempre nascem brilhantemente da mente de pessoas reais. Você prefere jogos mais curtos com alma ou mundos infinitos criados por computadores? Deixe a sua opinião Jedi nos comentários abaixo! 👇
Fontes: Bloomberg; GameSpot; Curadoria Holygator News.





