
A nossa equipe reuniu a cronologia completa da falência da segurança corporativa da gigante dos jogos.
A desenvolvedora Rockstar Games investiu milhões em proteção digital pesada. Porém, o estúdio sofreu seis grandes invasões em quatro anos. O pesadelo começou em 2022 durante o evento “Mega-Vazamento”. O grupo criminoso Lapsus$ publicou noventa vídeos e revelou os protagonistas Jason e Lucia. O hacker responsável, Arion Kurtaj, utilizou um computador barato num hotel britânico. A produtora engoliu o orgulho público, mas a Take-Two torrou milhões consertando os servidores.
Sendo assim, outro fiasco aconteceu no Natal de 2023. O filho do diretor de arte vazou imagens aéreas no TikTok. Ele buscava apenas curtidas dos amigos online. Além disso, em dezembro de 2023, o primeiro trailer oficial apareceu antecipadamente na internet com uma marca enorme promovendo Bitcoin. A empresa recuou totalmente e antecipou a postagem oficial.
Por isso, outras falhas aconteceram nos escritórios regionais. Um funcionário exibiu arquivos no Reddit em 2025 para ganhar elogios anônimos. E em abril de 2026, a empresa terciária Anodot sofreu invasão direta. Contudo, o caos verdadeiro iniciou neste exato mês com o grupo cibernético CyberLeek. Eles divulgaram as exigências no polêmico manifesto “CyberLeek Edict”.
Consequentemente, a invasão não buscava pagamento via resgate clandestino. A gangue adotou um hacktivismo forte para defender o consumidor. Eles exigem mídia física com funcionamento offline garantido, criticando a polêmica Ultimate Edition de 100 dólares. O estrago bagunçou profundamente a estratégia de marketing antes do documentário oficial na Netflix.
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Fontes: Arquivos de segurança cibernética e boletins jurídicos levantados pelo portal esportivo e noticiário Kotaku.






